O X do século XXI - 10 minutos com Philip Wollen, ex vice-presidente do Citibank

A verdade que nenhum ambientalista pode deixar de mostrar:
Como a indústria da morte e crueldade dos animais está devastando o planeta, arruinando as espécies, adoecendo e matando de fome a humanidade em proporções gigantescas.

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sexta-feira, 15 de maio de 2015

Primeiros socorros em animais

Primeiros socorros em animais


    Para não entrar em desespero na hora que seu animal passar mal, a Superinteressante consultou especialistas e preparou um guia para você. Confira abaixo as dicas:

ENGASGAMENTO
Mão na goela: abra a boca do bicho e tente tirar o objeto com a mão. Se ele tentar morder ou não colaborar, mude a estratégia: dê um tapa nas costas, entre as omoplatas. Se o animal for pequeno, vire-o de cabeça para baixo e o sacuda pelas pernas.
Tenha calma: animais com dor podem ficar irritadiços e agressivos com o próprio dono. Fale tranquilamente e evite movimentos muito bruscos. Envolva-o em uma toalha ou cobertor. Isso facilita o transporte e evita que ele o machuque com as patas.
Punho na barriga: se nada funcionar, tente a manobra de Heimlich: tire a coleira e o segure pela cintura, de costas para você. Coloque os punhos logo abaixo das costelas dele e faça de três a cinco pressões firmes no local.

KIT DE EMERGÊNCIA
Você nunca sabe quando vai precisar, então tenha estes itens organizados e a mão:
1. Água oxigenada
2. Iodo
3. Carvão mineral em pó
4. Faixas
5. Seringas sem agulha
6. Luvas grossas
7. Toalha grande
8. Colar elisabetano
9. Caixa de transporte

ENVENENAMENTO
20 min - Tempo para o veneno entrar na corrente sanguínea
Faça-o vomitar: nos primeiros 20 minutos, tente induzi-lo ao vômito dando doses de água oxigenada. Use a seringa sem agulha para isso. Tente coletar uma amostra do que o animal ingeriu para levar ao veterinário.
Remedie: se você não tem certeza se o bicho se envenenou há menos de 20 minutos, misture o carvão mineral com água até formar uma pasta e dê a ele. O carvão absorve o veneno no estômago do animal.

BRIGAS DE RUA
Como apartar: nunca tente separar os animais com as mãos ou com o corpo, senão vai sobrar para você. Se a briga for entre cães ou de cães contra gatos, jogue um balde d’água para, literalmente, esfriar as coisas. Se for entre gatos, bata palmas ou panelas, grite. O que importa é fazer muito barulho.
Como tratar: em feridas superficiais, como arranhões que não atinjam olhos ou mucosas, limpe o local com iodo. Nessas horas, o bicho pode não colaborar.
Cuidado: para evitar que um cão morda você durante o tratamento, coloque um colar elisabetano nele. Para imobilizar um gato, segure-o atrás do pescoço com uma mão e, com a outra, imobilize as patas de trás.

AJUDA PROFISSIONAL
Direção segura: caixa de transporte, dessas usadas para levar animais em viagens, são importantes para levar o bicho com mais segurança ao veterinário em casos de emergência. Deixe-a junto ao kit.
Ressuscite: alguns animais podem ter paradas cardíacas por intoxicação ou envenenamento. Se não houver batimentos cardíacos, deite-o de lado. Com uma mão de cada lado, faça pressões ritmadas na caixa torácica.
Atenção: mesmo que o seu animal pareça melhorar com os procedimentos, procure ajuda veterinária o mais cedo possível.

Para ver o manual de primeiros socorros em animais ilustrado, clique na imagem abaixo:


terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Juiz de Piracicaba condena dono do cão Lobo a multa e serviço em canil

 08/01/2013 




Juiz de Piracicaba condena dono do 



cão Lobo a multa e serviço em canil



Mecânico terá que pagar R$ 9.810 e prestar 200h de serviço comunitário.
O rotweiller morreu 15 dias depois de ser arrastado pelo dono no Centro.





Lobo, que morreu após ser arrastado pelo dono em Piracicaba (Foto: Edijan Del Santo/EPTV)Cão Lobo, que morreu após ser arrastado pelo
dono em Piracicaba (Foto: Edijan Del Santo/EPTV)
O juiz Ettore Geraldo Avolio condenou o mecânico Claudio Cesar Messias, acusado de arrastar o cão rotweiller Lobo por ruas da área central de Piracicaba (SP) em novembro de 2011, ao pagamento de R$ 9.810 e à prestação de 200 horas de serviços à comunidade pelo crime de maus-tratos contra animais. A sentença foi publicada nesta terça-feira (8). O réu informou que vai recorrer.
Messias, conforme a decisão do juiz, terá que atuar voluntariamente no Canil Municipal de Piracicaba. A condenação, porém, não especifica o trabalho que será realizado. Segundo a acusação, Messias amarrou o cão em uma picape Courier e o arrastou por seis quarteirões entre a Avenida Armando de Salles Oliveira e as ruas Dom Pedro 1 e Santa Cruz, no Centro. Ele era o dono do cachorro.                                                                                                                       

caso aconteceu em 2 de novembro de 2011 e, 15 dias depois, o rotweiller Lobo morreu em virtude de uma infecção generalizada. Antes, o cão teve uma das patas amputada. O cachorro estava amarrado na caçamba e, quando a corda se soltou, o mecânico seguiu sem prestar socorro, segundo testemunhas. Em defesa, Messias alegou que Lobo caiu da carroceria e ele acreditou que o cão estivesse morto.
O animal ficou sob os cuidados de uma clínica veterinária particular da cidade. "O cão chegou a gastar no asfalto metade da articulação do cotovelo, inclusive a parte óssea. O animal foi inicialmente medicado pelo Centro de Zoonoses Municipal. Se não fosse por essa conduta, o animal já teria morrido. O réu não procurou saber do animal em momento algum e não arcou com qualquer despesa do tratamento", escreveu o juiz na sentença.
Claudio Cesar Messias (Foto: Nikolas Capp/ G1)Claudio Cesar Messias disse que vai recorrer
da decisão judicial (Foto: Nikolas Capp/ G1)
"Ao transportar o cão nessas condições, o réu assumiu claramente o risco de ele cair do veículo e morrer. Qualquer pessoa de mediano entendimento saberia dos riscos em transportar um animal daquela maneira, assim como das consequências de uma queda. O dolo do réu reside justamente em assumir esse risco, agindo como se a integridade física e a vida do animal fossem algo sem valor", continou Avolio.
Miriam Miranda, presidente da ONG Vira Lata Vira Vida, que atua na defesa dos direitos dos animais em Piracicaba, disse que a entidade vê a decisão do juiz com "satisfação", já que o processo foi conduzido com "seriedade", segundo ela.
"Com essa sentença, talvez possamos evitar que casos de maus-tratos como o que vitimaram Lobo voltem a acontecer. As pessoas podem ver que existe punição para este tipo de crime. A Justiça de Piracicaba está dando exemplo para o Brasil. Eu acredito que a decisão seja um divisor de águas para a questão voltada a maus-tratos dos animais".
Em entrevista na tarde desta terça-feira ao G1, Claudio Cesar Messias disse que ficou sabendo da condenação pela reportagem e que vai recorrer da decisão. "Eu já esperava essa condenação pela Justiça de Piracicaba. Vou me reunir com o advogado para definir uma estratégia de recurso", afirmou.
Se você quiser acompanhar o fato ocorrido desde o começo é muito fácil, é só clicar nos seguintes links: 



sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Lei Municipal nº 4.221/12




“Dispõe sobre a proibição de rodeios, touradas, vaquejadas,
 farras do boi ou eventos similares no município de Santos Dumont
e estabelece as sanções aplicáveis aos infratores dessa determinação.” 


Art. 1º - Esta Lei dispõe sobre a proibição de rodeios, touradas, vaquejadas, farras do boi ou eventos similares no município de Santos Dumont e estabelece as sanções aplicáveis aos infratores dessa determinação.

 Art. 2º - Consideram-se eventos similares todo aquele com a utilização de bovinos, equinos em que há provas ou exibição de montaria, laço, perseguição, derrubada, puxada, tourada, ferimento, mutilação, constrangimento à integridade física, psicológica, submissão a estresse ou qualquer forma de subjugação dos animais, com ou sem utilização de instrumentos que lhes causem dor ou desconforto.

 Art. 3º - Consideram-se infratores desta Lei: 
I – Entidades diversas, empresas de rodeios ou qualquer pessoa física ou jurídica consignada na licença, permissão, alvará ou qualquer outra forma de autorização administrativa, que permita ou viabilize a realização de evento com a execução das práticas de que trata o Artigo 1º desta Lei;
II – a autoridade, agente ou servidor que conceder permissão, licença, alvará ou qualquer outra modalidade de autorização administrativa para a realização de evento com a execução das práticas descritas no Artigo 1º desta Lei;
III – as pessoas físicas ou jurídicas promotoras de quaisquer eventos, que, de qualquer forma, com ou sem permissão, autorização, licença ou alvará administrativos, executarem as práticas de que trata do Artigo 1º desta Lei, mesmo que no interior de propriedades privadas. 

Art. 4º - A Administração Pública, por seu órgão competente, aplicará pena de multa no valor de 20000 (vinte mil) UFEMG (Unidade Fiscal do Estado de Minas Gerais) ao infrator, que será intimado a fazer cessar, de imediato, as práticas de que trata o Art. 1º, sob pena de interdição do evento. § 1º - Em caso de reincidência, a multa será aplicada em dobro. § 2º - A sanção prevista neste artigo será aplicada sem prejuízo do disposto no Art. 32 da Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998 e seu regulamento. 

Art. 5º - O descumprimento do disposto nesta lei implicará a apuração de responsabilidades administrativas, civis e criminais previstas nas legislações federal e estadual específicas.

Art. 6º - A presente Lei não se aplica as atividades de hipismo, equitação, bem como a mera utilização dos animais em exposições agropecuárias desde que não caracterizados abusos ou maus-tratos. 

Art. 7º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
MANDO, portanto, a todas as autoridades, a quem o conhecimmento e execução da presente Lei pertencer, que a cumpram e a façam cumprir tão inteiramente, como nela se contém.

Registre-se e publique-se.
Palácio Alberto Santos Dumont, sede da Prefeitura Municipal.

Santos Dumont, 14 de Novembro de 2.012.


Evandro Nery
Prefeito Municipal

Ricardo Amadeu Boza
Diretor da Secretaria Municipal de Administração








sábado, 1 de outubro de 2011

Campanha coleiras vermelhas



Estamos pedindo aos governos que parem de matar os cães, e comecem a realizar programas de vacinação. Queremos que cada cão vacinado receba uma coleira vermelha para demonstrar em sua comunidade que estes foram protegidos contra a raiva canina.

Apoie a nossa campanha, adicionando uma coleira virtual na sua foto do perfil!

Enviado por WSPAbrasil em 27/09/2011


A WSPA - Sociedade Mundial de Proteção Animal lança hoje, dia 28/09, Dia Mundial do Combate à Raiva, uma campanha global voltada à proteção da população não só contra a Raiva, mas também contra qualquer crueldade associada ao controle da doença. A cada ano, mais de 55 mil pessoas no mundo morrem em decorrência da Raiva e, na vã tentativa de se conter a disseminação da doença, 20 milhões de cães são mortos por ano, ou seja, 38 cães a cada minuto, de maneira tão desumana quanto desnecessária. A WSPA apela aos governantes de todo o mundo para que combatam a Raiva através da única forma eficaz e humanitária de controle da doença: a vacinação em massa de cães.

"A Raiva é uma séria ameaça tanto para os seres humanos quanto para os animais", reconhece Ray Mitchell, Diretor da WSPA para Campanhas Internacionais, que também ressalva: "quando confrontados com esta doença de rápida disseminação, alguns países optam pelo que acreditam ser a única solução para erradicar a raiva: a exterminação dos cães. Mas, com o sucesso dos atuais programas de controle da Raiva em vários países da Ásia e da América Latina, a WSPA mais uma vez demonstra que um mundo sem a raiva não significa necessariamente um mundo sem cães."

Por esta razão, a WSPA lança a campanha "Coleiras Vermelhas" com um projeto em Bangladesh que apoiará o governo para implementação de um programa de vacinação em grande escala na cidade de Cox's Bazar, objetivando, já neste primeiro ano, salvar a vida de milhares de cães e preparar o país para a realização de uma campanha nacional.






quinta-feira, 24 de junho de 2010

Vacinação de Cães

"Um indivíduo animal precisa de cuidados não porque sua espécie esteja em extinção e sim porque esse indivíduo está sentindo dor."
Ronnie Lee
_________________________

Vacinar seu animals de estimação é, sem dúvida, o cuidado mais importante tanto para o filhote como para o cão adulto. Os animais devem ser imunizados antes de começarem a freqüentar as ruas. Existem muitas doenças virais que podem acometer os cães e são causadoras de um grande número de mortes, principalmente nos filhotes.
Para ser vacinado, o animal deve estar saudável, sem frebre ou diarréia, e previamente vermifugado. Se isso não for observado, pode ocorrer falha vacinal, ou seja, o organismo não responder plenamente à vacinação.
As vacinas que seu cão deve receber e intervalos entre as doses devem ficar a critério do veterinário que irá cuidar de seu animal. As vacinas múltipla (V8 ou V10) e anti-rábica são obrigatórias em qualquer esquema de vacinação. Abaixo, um calendário para a vacinação de filhotes, com as vacinas existentes no mercado:

CÃES:
vacinas - múltipla (V8, V10 ou similar), tosse dos canis, anti-rábica e giardíase
- 45 a 60 dias: 1a. dose vacina múltipla*
1a. dose vacina contra Giardia
vacina contra a Tosse dos canis
- 21 dias após a 1a. dose: 2a. dose vacina múltipla
2a. dose vacina contra Giardia
- 21 dias após a 2a. dose: 3a. dose vacina múltipla
- a partir de 4 meses de idade: anti-rábica
Este quadro mostra todas as vacinas disponíveis no mercado. Cabe ao veterinário decidir o melhor esquema para cada animal.

* em cães: cinomose, hepatite, parvovirose, 4 tipos de leptospirose, coronavirose, parainfluenza, laringotraqueíte.
Cães adultos que nunca foram vacinados ou filhotes que já passaram da época de vacinação devem receber 2 doses de vacina múltipla (intervalo de 21 dias entre elas) e 1 dose de vacina anti-rábica. Isso também vale para cães de procedência desconhecida, quando não se tem conhecimento ou certeza sobre o histórico de vacinação.
Além dessas vacinas, existe a imunização contra a leishmaniose ou calazar, uma importante zoonose (doença que pode ser transmitida ao homem pelo animal). Essa vacina é aplicada em regiões onde a doença é comum e deve ser antecedida de exames para detectar se o cão já tem a doença.
Cuidados para evitar viroses nos animais
Existem vários vírus que acometem os cães e gatos, e são eles os responsáveis por quase 80% das mortes em filhotes. Não apenas os filhotes, mas os adultos, embora mais resistentes, também podem adoecer.
Alguns proprietários por falta de informação ou por esquecerem alguns detalhes que parecem de pouca importância, sem querer, submetem seus animais a situações de risco. Veja abaixo dicas importantes para assegurar a saúde do seu amigo.
Nenhum filhote deve sair à rua ou ter contato com outros animais antes de completar a vacinação.
Apenas uma ou duas doses de vacina não são suficientes para imunizar o animal. Ele só estará protegido após tomar todas as doses necessárias.
Após ter tomado a última dose de vacina, o animal deverá aguardar um período de 15 dias antes de sair à rua ou ir para um hotelzinho. Esse período é necessário para que o cão ou gato produza defesas (anticorpos) suficientes para a sua proteção.
Quando for vacinar seu filhote em uma clínica veterinária, não coloque-o no chão ou deixe que ele cheire outros animais da mesma espécie.
Nunca atrase a vacinação anual do seu animal. Se não puder vaciná-lo na data, prefira vaciná-lo antes do vencimento.
Desconsidere atestados de vacina emitidos por canis/gatis quando não constarem a assinatura e o carimbo do médico veterinário ao lado do selo da vacina. No caso de filhotes, recomece a vacinação desde a primeira dose.
Alguns criadores, por excesso de zelo ou desconhecimento, aplicam a primeira dose da vacina em animais muito jovens. Dependendo da vacina, ela não trará benefício algum, nem irá conferir proteção. O ideal é iniciar a vacinação a partir de 45 dias de idade ou a critério do veterinário.
Funcionários de pet shops não estão autorizados a aplicar vacinas em animais. Além de você não saber a procedência da vacina e como ela foi conservada, só o médico veterinário poderá analisar se o seu animal está em condições ideais para ser vacinado. A vacina comprada em lojas pode ser mais barata, mas as conseqüências da má aplicação ou falha vacinal irá custar muito caro para o dono do animal.
Cães e gatos não podem ser vacinados se estiverem no cio, gestantes, com febre, debilitados, com diarréia ou com vermes. Animais que receberem a vacina nessas condições podem não produzir defesas suficientes para sua total proteção.
Nunca coloque um animal, principalmente um filhote, num ambiente que foi freqüentado por outro que adoeceu e/ou morreu com alguma virose. Os vírus resistem por mais de 1 ano no ambiente. A desinfecção não garante total eliminação do vírus. Se você teve um cão que morreu de parvovirose ou cinomose, além de desinfetar o ambiente com cloro, deve aguardar no mínimo 1 ano para colocar outro cão na mesma residência.
Sempre que adotar um animal de um abrigo ou recolhê-lo das ruas, procure aguardar 15 dias antes de colocá-lo junto com o outro animal da casa. Após esse período, se o novo cão ou gato não apresentar vômitos, diarréia ou apatia, você terá certeza que ele não estava incubando uma virose.
Filhotinhos adquiridos de canis/gatis devem ter uma "garantia", em contrato, de 10 a 15 dias contra viroses. Isso significa que, se for constatada uma virose no cão ou gato dentro período, o estabelecimento deverá se responsabilizar pelo animal. Claro que o proprietário do filhote deve assegurar que ele não saia à rua ou tenha contato com outros animais.
Não hospede seu animal em hotéis que não exigem a carteira de vacinação comprovando que o cão ou gato está com a imunização em dia.
Mesmo com todas as vacinas em dia, não deixe seu cão/gato ter contato com animais sabidamente doentes por viroses. Nenhum laboratório garante 100% de eficácia da vacinação, pois a resposta de cada organismo é diferente. Vacinado, ele está garantido, porém, uma porcentagem muito pequena dos animais pode não produzir defesas suficientes contra os vírus.
Nos dias posteriores à vacinação você pode banhar seu animal, exceto se estiver muito frio. Não deixe que ele tome chuva e fique molhado, principalmente no inverno. Qualquer queda de resistência do organismo pode interferir no efeito da vacina.
Jamais deixe de vacinar seu cão/gato porque ele nunca sai de casa ou vive em apartamento. Não é impossível você levar os vírus para dentro de sua casa através dos sapatos. Se a carga for grande o suficiente ou seu cão estiver debilitado, ele pode adoecer...

Vacinas
As mais comuns para cães são as vacinas múltiplas (geralmente V8 e V10), vacina contra Tosse dos Canis, vacina contra Leptospiroses, vacina contra infecção por Giárdia e vacina anti-rábica. Para gatos, utilizam-se as vacinas múltiplas (tríplice, quádrupla ou quíntupla) e anti-rábica.
Apenas a vacina anti-rábica é oferecida gratuitamente pelo governo, nos centros de zoonozes das prefeituras. Essas vacinas são oferecidas em campanhas de vacinação anuais ou durante o ano todo, no próprio posto.
Vale ressaltar que as vacinas precisam ser armazenadas adequadamente, e devem ter procedência garantida. Não comprometa a segurança e a eficácia da vacinação de seus animais, procure um Médico Veterinário.
Idade
O esquema de vacinação deve ter início a critério do Médico Veterinário, que avaliará o animal e dirá quais vacinas deverão ser aplicadas e a quantidade e intervalo entre as doses. Geralmente o esquema começa por volta dos 45 a 60 dias de vida, depois da vermifugação (por volta de 20 dias de vida), que também deve ser de acordo com a orientação do Médico Veterinário. A vacina só deve ser aplicada se o animal estiver saudável.
As vacinas são aplicadas de acordo com a espécie, idade, raça, histórico familiar, habitat e outros critérios que o Médico Veterinário avaliará na primeira consulta, antes de prescrever o melhor esquema de vacinação para cada animal.
Passeios devem ser evitados, assim, como o contato com sapatos e outros objetos que venham da rua ou que tenham tido contato com outros animais. Jamais leve um filhote não vacinado a um pet shop.
Reforço
Não basta vacinar os animais apenas quando filhotes. A imunidade conferida pelas vacinas é de, no máximo, um ano. Por isso, anualmente, é necessário aplicar uma dose de reforço de todas as vacinas. Em algumas situações, o reforço semestral de determinadas vacinas pode ser necessário (pergunte a seu Veterinário se é o caso do seu animal).
Deixar de vacinar um animal adulto, é submetê-lo ao risco de contrair uma doença grave, que poderia ser evitada.


quinta-feira, 17 de junho de 2010

Cuidando do seu bichinho - Mauricio de Souza

Quatro spots de 30 segundos, criados por Mauricio de Sousa para a campanha “CUIDANDO DE SEU BICHINHO”.
Para assistir aos vídeos, clique nos links abaixo.
Para fazer o download dos vídeos, clique aqui.

domingo, 13 de junho de 2010

Fulaninho

Vídeo de sensibilização adotado pela rede municipal de educação de São Paulo, no projeto "Para viver bem com os bichos", parte do Programa Saúde do Animal implementado em 2004.








sábado, 12 de junho de 2010

O gato como ele é

Vídeo com vários depoimentos sobre os gatos que contestam os preconceitos históricos para com eles.








sexta-feira, 11 de junho de 2010

Criando um amigo - Vídeo educativo

Este vídeo faz parte da campanha de educação e conscientização pública que WSPA e OPAS realizarão conjuntamente para promover o conceito de Guarda Responsável na América Latina, bem como para o aperfeiçoamento da relação entre o ser humano e seu animal de companhia.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Os Dez Mandamentos ARCA Brasil da Guarda Responsável de Cães e Gatos

"O abanar do rabo de um cão, o ronronar de um gato, a felicidade de um animal vale muito para mim! Um valor imensurável, mas que me faz sentir importante quando faço parte dessa felicidade. Qualquer um pode dar felicidade a um animal, basta querer e agir!!!"
Cláudia Lubrano
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Antes de adquirir um animal, considere que seu tempo médio de vida é de 12 anos. Pergunte à família se todos estão de acordo, se há recursos necessários para mantê-lo e verifique quem cuidará dele nas férias ou em feriados prolongados.
Adote animais de abrigos públicos e privados (vacinados e castrados), em vez de comprar por impulso.
Informe-se sobre as características e necessidades da espécie escolhida – tamanho, peculiaridades, espaço físico.
Mantenha o seu animal sempre dentro de casa, jamais solto na rua. Para os cães, passeios são fundamentais, mas apenas com coleira/guia e conduzido por quem possa contê-lo.
Cuide da saúde física do animal. Forneça abrigo, alimento, vacinas e leve-o regularmente ao veterinário. Dê banho, escove e exercite-o regularmente.
Zele pela saúde psicológica do animal. Dê atenção, carinho e ambiente adequado a ele.
Eduque o animal, se necessário, por meio de adestramento, mas respeite suas características.
Recolha e jogue os dejetos (cocô) em local apropriado.
Identifique o animal com plaqueta e registre-o no Centro de Controle de Zoonoses ou similar, informando-se sobre a legislação do local. Também é recomendável uma identificação permanente (microchip ou tatuagem).
Evite as crias indesejadas de cães e gatos. Castre os machos e fêmeas. A castração é a única medida definitiva no controle da procriação e não tem contra-indicações.

terça-feira, 25 de maio de 2010

"Para mim os animais importam"

"Não há diferença fundamental entre o homem e os animais
nas suas faculdades mentais(...) Os animais, como o homem,
demonstram sentir prazer,dor, felicidade e sofrimento."
Charles Darwin
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A WSPA vem promovendo a campanha "Para Mim os Animais Importam!" em prol da Declaração Universal de Bem-Estar Animal. Esta declaração representará um reconhecimento global de que os animais são seres senscientes - podem sentir dor e sofrer, promovendo ações mais eficazes de combate à crueldade e promoção do bem-estar animal.

"Não existe atualmente um acordo internacional que proteja os animais contra maus-tratos. Sendo assim, o objetivo é conseguir 10 milhões de assinaturas e enviar a DUBEA para ser aprovada pelos países-membros da ONU. Um documento desse porte promoveria grande impacto nas leis de diversos países." (WSPA)

Já foram conseguidas mais de um milhão de assinaturas, sendo o Brasil um dos maiores participantes. Faça a sua parte. Assine a petição no link abaixo, encaminhe para seus amigos, e contribua para que ações como essa não sejam promovidas pelos governos.



Clique aqui para obter mais informações
Baixe a folha de abaixo-assinado aqui

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Vacinação de Gatos

Dependendo da análise do veterinário, é feita a escolha da vacina mais adequada para o seu gato.
De acordo com a incidência de doenças na região, tipo de vida do gato, etc. ele irá escolher entre a vacina Tríplice, Quadrupla ou Quíntupla.
A vacina Anti-Rábica (Raiva), também é obrigatória.
Antes de vacinar com a Vacina Quíntupla Felina, é preciso levar em consideração os seguintes riscos com relação à vacina contra Leucemia Felina:
Reações à vacina para leucemia são: Fibrossarcoma, Choque Anafilático e Imunossupressão por um curto período de tempo.
O Fibrossarcoma ocorre no local onde o gato tomou várias vacinas contra Leucemia.
É um câncer extremamente agressivo e fatal, que se dissemina com facilidade por todo o organismo.
Devido aos riscos da vacina e pelo contágio da Leucemia se dar por contato direto entre os gatos (o vírus não é transmitido via ar), gatos que SÓ ficam DENTRO de casa não têm necessidade de vacinar contra Leucemia, desde que NÃO tenham contato direto com gatos que frequentam a rua, ou mesmo quando for ao vet. Além de outras razões práticas, o uso de transporte para ir ao Vet também é importante por causa disso. ele não deixa que o gato tenha contato direto com outro.
-Se o gato SÓ fica dentro de casa e NÃO tem contato com outros NÃO precisa vacinar.
-Se sai de vez em quando e existe a possibilidade de um contato direto com outros, deve vacinar só a cada 3 ANOS.
-Vacina anual só pra gatos que saem MUITO! E o local da vacina deve ser estudado, para que, caso ocorra o fibrossarcoma mais tarde, uma grande parte de tecido possa ser tirada para tentar evitar que o cancer se dissemine. Muitas vezes isso não pode ser feito devido ao local.
Esses riscos devem ser levados em conta pelo Veterinário e pelo proprietário do gato na hora de vacinar.
Raiva
É uma zoonose grave que atinge todos mamíferos. A transmissão se faz através de mordidas e saliva de animais doentes.
A incubação da doença pode durar entre 30 dias à 18 meses.
A doença não tem cura mas a vacinação é totalmente eficaz. O reforço da vacina é anual.
Esquema de Vacinação
Vacina Tríplice e Raiva
*2 meses - Tríplice
* 3 meses - Tríplice
* 5 meses - Raiva
Revacinar anualmente com dose única
Vacina Quadrupla e Raiva
*2 meses Quadrupla
*3 meses Quadrupla
*4 meses Raiva
Revacinar anualmente com dose única.
Vacina Quintupla e Raiva
* 2 meses F5 (Quíntupla Felina)
* 3 meses F5 (Quíntupla Felina)
* 4 meses Anti-Rábica
* Reforço anual F5 e Anti-Rábica
Todos os animais devem ser vermifugados antes de serem vacinados.

sábado, 22 de maio de 2010

Medicamentos que nunca devem ser aplicados em cães e gatos


Todos nós que temos animais de estimação sabemos como é difícil vê-los passando mal ou sentindo alguma dor. Quando isso acontece, muitas pessoas bem-intencionadas em acabar com o sofrimento do animal, administram medicações sem prescrição do médico veterinário.
No entanto, assim como em humanos, a medicação sem o aconselhamento de um profissional adequado pode se tornar um grande risco. Portanto, antes de dar qualquer medicação a seu animal de estimação, consulte o médico veterinário, pois ele conhece o melhor tratamento e as interações medicamentosas perigosas para seu animal.

ÁCIDO ACETÍLSALICÍLICO
Muito conhecidos e usados pelas pessoas, alguns exemplos de produtos com essa substância são a Aspirina®, o AAS®, o Doril® e o Melhoral®. O ácido acetilsalicílico é um antiinflamatório muito tóxico para gatos devido a deficiência de uma enzima hepática que faria a eliminação deste composto. Deste modo, os gatos gastam muito mais tempo para metabolizar e eliminar este medicamento, o que o torna muito perigoso para uso nestes animais. De modo geral, seu uso é contra-indicado para gatos (ou deve ser utilizado estritamente sob a supervisão de um médico veterinário).

Nos seres humanos, 1 comprimido de aspirina leva de 3 a 4 horas para ser eliminado do organismo, já nos gatos o tempo médio é cerca de 70 horas.
PARACETAMOL
Presente em diversos medicamentos como Tylenol®, Parador® e Acetofen®, além de vários outros para gripes e resfriados. Seu uso é contra-indicado para gatos, pois são mais sensíveis ao paracetamol do que os cães por não conseguirem eliminar com eficiência o medicamento. Um comprimido de 250 mg pode ser fatal para os esses animais. Os principais sintomas de intoxicação são salivação, mucosas de coloração azulada, falta de ar e vômitos, podendo chegar a coma e morte.

Portanto, quando seu animal de estimação estiver passando mal, não o medique. Leve-o imediatamente ao Médico Veterinário. Afinal, não vale a pena economizar o valor de uma consulta e correr o risco de tê-lo internado por intoxicação (o que vai custar muito mais caro) ou até mesmo perdê-lo.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

PRIMEIROS SOCORROS PARA CÃES E GATOS

"O homem implora a misericórdia de Deus mas não tem piedade dos animais,para os quais ele é um deus. Os animais que sacrificais já vos deram o doce tributo de seu leite, a maciez de sua lã e depositaram confiança nas mãos criminosas que os degolam. Ninguém purifica seu espírito com sangue. Na inocente cabeça do animal não é possível colocar o peso de um fio de cabelo das maldades e erros pelos quais cada um terá de responder."
Sidharta Gautama Buda




Os animais de estimação sofrem acidentes muitas vezes independendo da nossa vontade, abaixo segue uma lista de algumas dicas para algumas situações de emergência. Sempre lembrando que é muito importante se comunicar com seu veterinário IMEDIATAMENTE quando qualquer emergência acontecer.



1- Asfixia
Certifique-se de estar protegido pois o animal provavelmente estará furioso e haverá maiores riscos de mordida. Se o animal ainda puder respirar parcialmente é melhor mantê-lo calmo e levá-lo ao veterinário o mais rápido possível. Olhe na garganta para ver se o objeto estranho está visível. Se você puder limpe as vias respiratórias removendo o objeto com alicate ou pinça, com cuidado para não empurrá-lo garganta abaixo. Se ele estiver localizado muito profundamente ou se o animal entrar em colapso coloque suas mãos em ambos os lados da caixa torácica e aplique uma pressão firme e rápida. Ou então coloque o animal de lado e pressione a caixa torácica com a palma da sua mão 3 a 4 vezes. Repita esse procedimento até que o objeto seja deslocado ou até que você chegue ao veterinário.

2- Choque
Pode ocorrer com machucados sérios ou medo. Mantenha o animal gentilmente preso, quieto e aquecido.

3- Convulsões
Afaste o animal de qualquer objeto que possa ser perigoso. Use um cobertor para acolchoar e proteger. Não se exponha aos riscos de segurar o animal quando está em convulsão. Cronometre o tempo da convulsão, que normalmente demora de 2 a 3 minutos. Depois mantenha o animal calmo e quieto.

4- Diarréia
Suspenda a alimentação por 12 a 24 horas menos a água. Algumas vezes animais que parecem estar fazendo força estão com dores causadas pela diarréia mais do que constipação. Tentar tratamentos caseiros sem saber a causa real pode fazer as coisas piorarem.

5- Envenenamento
Lembre-se do que o animal ingeriu e a quantidade, imediatamente ligue para o veterinário ou centro de controle de envenenamento. Não induza vômito. Em caso de toxinas ou produtos químicos na pele (ex. óleos, tintas, inseticidas) solicite informações como retirar as toxinas da pele.

6- Ferida por mordida
Aproxime-se do animal com cuidado para evitar levar mordidas. Amordace o animal. Vista luva quando possível. Olhe a ferida para verificar se há contaminação (ex. areia, terra) e se há pedaços soltos de pele. Se existir muitos pedaços de pele, então limpe a ferida com grande quantidade de solução salina (soro). Se você não tiver soro deve usar água potável. Cubra a ferida aberta para mantê-la limpa Aplique pressão para feridas com muito sangramento. NÃO USE TORNIQUETES. As feridas por mordidas são uma fonte de infecção excelente, por isso necessitam de cuidados veterinários.

7- Fraturas
Coloque uma focinheira no animal e procure Sangramento. Se você puder, controle o sangramento sem causar maiores ferimentos. Procure por sinais de choque. NÃO TENTE CONSERTAR A FRATURA puxando ou deslocando o membro. Transporte o animal ao veterinário imediatamente, segurando a parte ferida da melhor forma que puder.

8- Parada Respiratória
Controle para ver se o animal está em sufocado com a ingestão de algum objeto. Se o animal não estiver respirando, coloque ele em uma superfície com o lado esquerdo para cima. Verifique os batimentos cardíacos ouvindo pela área onde o cotovelo toca o tórax. Se você notar batimentos mas não a respiração, feche a boca do animal e respire diretamente dentro do nariz dele e não da boca até que o tórax se expanda. Repita esse procedimento umas 12 a 15 vezes por minuto. Ao mesmo tempo, se não tiver pulso, aplique massagem cardíaca. O coração está localizado na metade inferior do tórax atrás do cotovelo da perna dianteira esquerda. Coloque uma mão abaixo do coração para sustentar o tórax. Coloque a outra mão acima do coração e comprima gentilmente. Gatos e animais pequenos recebem massagem cardíaca com pressão do tórax através do polegar e indicador de uma das mãos. Aplique massagem cardíaca de 80 a 120 vezes por minuto em animais maiores e 100 a 150 para os menores. Alterne massagem cardíaca com respiratória. IMPORTANTE: até nas mãos de um veterinário bem treinado o sucesso da ressucitação geralmente é muito baixa. O sucesso aumenta um pouco nos casos de afogamento ou choque elétrico.

9- Queimaduras (química, elétrica e por calor)
Hidrate a queimadura imediatamente com grande quantidade de água corrente fria. Aplique bolsa de gêlo de 15 a 20 minutos. Não coloque a bolsa de gelo diretamente sobre a pele. Embrulhe em uma toalha ou cobertor leve. Grande quantidade de produtos químicos secos devem ser retirados gentilmente do animal com uma escova. Esses produtos químicos podem ser ativados pela água causando queimaduras.

10- Sangramento
Aplique pressão direta e firme na área com sangramento até que o mesmo pare. Mantenha pressionado por pelo menos 10 minutos (continuamente soltando a pressão para verificar se a ferida está coagulando). Evitar bandagens que cortem a circulação. Chame o veterinário imediatamente.

12- Superaquecimento
Coloque o animal em uma banheira e dê um banho de água fria, ou gentilmente encharque-o com uma mangueira de jardim ou envolva-o em uma toalha molhada com água fria. Não esfrie demais o animal. Pare de esfriá-lo quando a temperatura retal atingir 38 graus.

13- Vômito
Suspenda a alimentação de 12 a 24 horas. Dê cubo de gelo por duas horas após os vômitos cessarem, então lentamente aumente a quantidade de água e comida por um período de 24 horas.

KIT PRIMEIROS SOCORROS PARA ANIMAIS

Tesoura: Para cortar a faixa, gaze e para cortar os pêlos em volta da ferida.

Loção antisséptica: para tratamento de feridas, abrasões, pequenas queimaduras, e as chamadas feridas em hot spots.

Gaze: para limpeza, tampar e forrar ferimentos.

Toalhinhas de álcool: use para limpar a tesoura, pinça e mãos. (Não use nas feridas)

Vetrap: é uma bandagem flexiva usada para cobrir ou estabilizar ferimentos. Adere em si mesma, não necessitando de pregador ou fita adesiva. (Cuidado: Não cobrir com força para não prender a circulação)

Povidine: Concede uma ação antisséptica na prevenção de infecção em queimaduras, lacerações e abrasões.

Lente de aumento: usada para localizar objetos entre os dedos nas patas do seu animalzinho. Isso também pode ser usado para ver pulgas, carrapatos e insetos que picam.

Luvas: para proteger as mãos e prevenir contaminação.

Epiotic: leia e siga as instruções individuais contidas no rótulo do produto.

Fralda de emergência: ela ajuda a proteger o carro quando o animal vomita ou tem sangramento.

Faixa de gaze: para cobrir e proteger áreas feridas. Pode ser usada também para confecção de focinheira temporariamente. (até o animal mais bonzinho pode morder se estiver doente ou ferido)

Pinça: para remover gentilmente objetos da pele e patas.

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SOS Projeto Mucky


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