O X do século XXI - 10 minutos com Philip Wollen, ex vice-presidente do Citibank

A verdade que nenhum ambientalista pode deixar de mostrar:
Como a indústria da morte e crueldade dos animais está devastando o planeta, arruinando as espécies, adoecendo e matando de fome a humanidade em proporções gigantescas.

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domingo, 16 de março de 2014

Transformando bagaço em ouro

Transformando bagaço em ouro 




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                A alquimia do século XXI
            A atividade industrial e dos centros urbanos frequentemente gera resíduos nocivos ao meio ambiente. Lançados na natureza, eles poluem e prejudicam a vida em certos ecossistemas, além de colocar em risco a saúde humana. Poucos sabem que geram mais de um quilo de resíduo no simples ato de beber um copo com 250 mL de água de coco verde. No verão, com o aumento do consumo, as cascas do fruto podem representar 80% do lixo coletado nas grandes cidades. No Rio de Janeiro, estimativas indicam 630 toneladas de cascas por dia que vão parar no aterro sanitário de Gramacho, cujo tempo de vida útil está quase esgotado. Em Fortaleza, os resíduos das praias somam 40 toneladas por dia. O maior resíduo da agroindústria brasileira, no entanto, é o bagaço da cana de açúcar. Estima-se que a cada ano sobrem de 5 a 12 milhões de toneladas deste material, que correspondem aproximadamente a 30% da cana moída (pesquisa FAPESP, 1998). A empresa BIO&GREEN reaproveita estes resíduos industriais e urbanos na fabricação de tubetes de germinação e plantio e bandejas de alimentos de diferentes tamanhos, totalmente biodegradáveis* e compostáveis*. Os produtos da BIO&GREEN são feitos do que muitos chamariam de lixo. Nós, da BIO&GREEN, chamamos de matéria-prima! São resíduos industriais e urbanos, todos de fonte renovável, como: bagaço da cana de açúcar, casca de café, casca de girassol, fibra de coco e sisal, por exemplo. Os produtos da BIO&GREEN, quando descartados adequadamente se degradam em apenas 60 dias! Para efeito de comparação, o isopor leva 400 anos… Nas prateleiras de supermercados, porém, a duração dos produtos da BIO&GREEN é praticamente infinita.
          O reaproveitamento dos resíduos: (1) possibilita um destino aos descartes da produção industrial e de centros urbanos; (2) reduz a dependência de petróleo e o problema da degradação do lixo plástico de 400 anos para apenas 60 dias (tempo estimado de decomposição dos produtos da nossa empresa), proporcionando uma nova e vantajosa alternativa ao uso de plásticos como o poluente isopor; (3) depois do descarte, nossos produtos servem de adubo! Os resíduos utilizados como matéria-prima dos produtos da BIO&GREEN são ricos em fósforo, cálcio e outros nutrientes com elevado valor fertilizante e que podem ser reaproveitados e dispostos no solo para substituir, em algumas culturas, os fertilizantes tradicionais e (4) os tubetes, inclusive, podem ser plantados junto às mudas. Sua utilização não apenas não é um empecilho como é uma clara vantagem, visto que colabora para uma germinação saudável.
         
        Além disso, a utilização de resíduos de matérias-primas de fonte renovável contribui para gerar renda e emprego a pequenas comunidades carentes espalhadas pelo Brasil que os utilizam como base da economia local, fixando o trabalhador no campo e evitando o inchaço das cidades e explosões de urbanização descontrolada.
       
        Definições:
*Biodegradável: De acordo com a norma ASTM D6400, BIODEGRADÁVEL é todo material cujo conteúdo orgânico se transforma em húmus, água e gás carbônico em até no máximo 180 dias.

*Compostável: COMPOSTÁVEL é todo material que se biodegradou e gerou húmus com ausência de metais pesados e substâncias nocivas ao meio ambiente.




Saiba o que fazer com o lixo doméstico

Saiba o que fazer com o lixo doméstico


      O Brasil produz, atualmente, cerca de 228,4 mil toneladas de lixo por dia, segundo a última pesquisa de saneamento básico consolidada pelo IBGE, em 2000. O chamado lixo domiciliar equivale a pouco mais da metade desse volume, ou 125 mil toneladas diárias.
     Do total de resíduos descartados em residências e indústrias, apenas 4.300 toneladas, ou aproximadamente 2% do total, são destinadas à coleta seletiva. Quase 50 mil toneladas de resíduos são despejados todos os dias em lixões a céu aberto, o que representa um risco à saúde e ao ambiente.
    Mudar esse cenário envolve a redução de padrões sociais de consumo, a reutilização dos materiais e a reciclagem, conforme a "Regra dos Três Erres" preconizada pelos ambientalistas.
    A idéia é diminuir o volume de lixo de difícil decomposição, como vidro e plástico, evitar a poluição do ar e da água, otimizar recursos e aumentar a vida útil dos aterros.



     Caso não haja coleta seletiva em seu bairro ou condomínio, procure as cooperativas de catadores e os Postos de Entrega Voluntária (PEVs).
      O Grupo Pão de Açúcar também possui pontos de coleta nos supermercados em todo o país. A iniciativa está sendo ampliada para outras bandeiras do grupo, como a rede Extra.

COLETA SELETIVA: VEJA ABAIXO QUAIS RESÍDUOS PODEM SER RECICLADOS






quarta-feira, 24 de julho de 2013

Mobilização a todo vapor

Mobilização a todo vapor




Arison Jardim/Secom-AC
Conferência livre no Acre: país se prepara para etapa nacional
Conferência livre no Acre: país se prepara para etapa nacional
Quase 5 mil pessoas já participaram das reuniões livres, preparatórias para a IV Conferência Nacional do Meio Ambiente


TINNA OLIVEIRA



      A mobilização em torno da IV Conferência Nacional do Meio Ambiente está crescendo. Cerca de 5 mil pessoas já participaram das conferências livres, que podem ser convocadas por qualquer cidadão, com o objetivo de contribuir para a etapa nacional. No total, 16 estados já realizaram conferências nesta modalidade, somando 44 reuniões. Deste total, 25 foram organizadas pela  sociedade civil, 16 pelo setor público e três pelo setor empresarial. 


            A conferência livre é uma nova forma de participação popular. O Ministério do Meio Ambiente (MMA) elaborou manual com o passo a passo para quem quiser organizar um evento semelhante (confira aqui). As conferências livres podem acontecer até 10 de setembro. O coordenador geral da 4ª CNMA e diretor do Departamento de Cidadania e Responsabilidade Socioambiental do Ministério do Meio Ambiente, Geraldo Vitor de Abreu, destaca a importância dessas conferências acontecerem em todo o país. “Esses espaços representam um grande exercício de cidadania e democracia, possibilitando a participação de diferentes atores em busca de um objetivo comum”, destaca.


   
         O tema principal da conferência deste ano é a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), com foco nos eixos de produção e consumo sustentáveis, redução dos impactos ambientais, geração de emprego e renda e educação ambiental. As propostas definidas nas etapas livres devem ser encaminhadas para a etapa nacional, que acontece de 24 a 27 de outubro. 



EM TODO O PAÍS



       O processo da conferência começa pelas etapas locais - municipal e regional. Essas conferências debatem as questões locais e elegem os delegados para a etapa estadual. Já foram realizadas 202 conferências municipais. Muitos estados estão agendando suas etapas municipais. O Mato Grosso do Sul, por exemplo, já marcou 35 conferências.


              Os estados do Amapá e de Sergipe já estão com 100% de adesão dos municípios às conferências municipais. Em junho, Ceará, Amazonas e Piauí finalizaram suas etapas regionais e o Paraná concluiu suas etapas municipais. Já as conferências estaduais, que começam em agosto, discutem questões locais e nacionais e elegem delegados para a etapa nacional.


             O MMA também está oferecendo curso de educação a distância para os participantes do evento. O objetivo é debater o conteúdo do evento, estimulando a participação de toda sociedade, além de explicar o funcionamento do encontro e suas etapas preparatórias. A carga horária é de dez horas. Mais de 1.300 pessoas já estão fazendo o curso. Interessados podem se inscrever aqui.


Confira a última atualização:

Bahia: 13 de agosto (estadual)
Conferências livres: 02

Roraima: 13 e 14 de agosto (estadual)

Alagoas: 23 e 24 de agosto (estadual)
Conferências regionais: 07

Mato Grosso do Sul: 26 e 27 de agosto (estadual)
Conferências municipais: 35
Conferências regionais: 08
Conferências livres: 02

Amazonas: 28, 29 e 30 de agosto (estadual)
Conferências regionais: 24
Conferências livres: 01

Amapá: 28, 29 e 30 de agosto (estadual)
Conferências municipais: 14

Pará: 28, 29 e 30 de agosto (estadual)

Piauí: 28, 29 e 30 de agosto (estadual)
Conferências regionais: 11
Conferências livres: 01

Ceará: 29 e 30 de agosto (estadual)
Conferências regionais: 11

Santa Catarina: 29 e 30 de agosto (estadual)
Conferências municipais: 02
Conferências regionais: 10

Minas Gerais: 30 e 31 de agosto (estadual)
Conferências municipais: 30
Conferências regionais: 07
Conferências livres: 04

Pernambuco: 30 e 31 de agosto + 1º de setembro (estadual)
Conferências livres: 02

Rio Grande do Sul: 31 de agosto + 1º de setembro (estadual)
Conferências municipais: 14
Conferências regionais: 01

Sergipe: 03 de setembro (estadual)
Conferências municipais: 75
Conferências regionais: 04
Conferências livres: 02

Acre: 03 e 04 de setembro (estadual)
Conferências livres: 01

Rio Grande do Norte: 03 e 04 de setembro (estadual)
Conferências municipais: 02
Conferências regionais: 06
Conferências livres: 01

Maranhão: 03, 04 e 05 de setembro (estadual)
Conferências regionais: 11

Espírito Santo: 04 e 05 de setembro (estadual)

Paraná: 05 e 06 de setembro (estadual)
Conferências municipais: 05
Conferências macrorregionais: 05
Conferências livres: 07

Rondônia: 05, 06, 07 e 08 de setembro (estadual)
Conferências municipais: 05
Conferências regionais: 01

Tocantins: 10 de setembro (estadual)
Conferências regionais: 09

Paraíba: 10 e 11 de setembro (estadual)
Conferências municipais: 16
Conferências livres: 01

Distrito Federal: 11, 12 e 13 de setembro (distrital)
Conferências regionais: 08
Conferências livres: 04

Mato Grosso: 11, 12 e 13 de setembro (estadual)
Conferências municipais: 01
Conferências livres: 02

Goiás: 13 e 14 de setembro (estadual)
Conferências regionais: 11
Conferências livres: 03

Rio de Janeiro: 13, 14 e 15 de setembro (estadual)
Conferências livres: 03




domingo, 26 de maio de 2013

Lixo no lugar certo

Lixo no lugar certo


Empresas especializadas dão destino correto a equipamentos e acessórios sem uso


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            A televisão quebrada, a máquina de lavar velha , o celular antigo e sem uso. Objetos como esses, em geral, vão parar em algum canto da casa, até que um dia você decide se desfazer da tralha. Jogar no lixo comum, nem pensar. Esse material, quando não descartado de maneira correta, contamina o solo e os rios – principalmente os que possuem componentes eletrônicos – ou vai fazer volume em algum aterro. Existe um jeito certo de se desfazer disso.

               A empresa Ecoassist, por exemplo, recolhe de móveis a eletrodomésticos – e atua em todas as capitais e regiões metropolitanas –, mas isso tem um custo. Em São Paulo, o descarte de um micro-ondas sai por R$ 49, e o de um sofá, R$ 129. No entanto, o serviço é gratuito para quem tem apólices da Itaú Seguros, Allianz ou ACE.

              Quem também oferece esse tipo de serviço, em todo o país, é a Descarte Certo. Os preços vão de R$ 39,90 a R$ 129,90, de acordo com o tamanho do item, mas os valores podem variar no caso de produtos adquiridos com parceiros, como o Carrefour, ou para quem é segurado pela Porto Seguro. Para garantir que os objetos tiveram um destino correto, ambas as empresas emitem um certificado. 

QUEM SE RESPONSABILIZA PELO LIXO?
Alguns fabricantes recolhem esse material sem custo 

BOTICÁRIO
        As lojas da rede têm um recipiente para descarte de embalagens vazias – as quais são encaminhadas para cooperativas de catadores ou para empresas gerenciadoras de resíduos. O material então é transformado em outro produto.

NOKIA
          Aparelhos (sem o chip) e carregadores antigos podem ser devolvidos às lojas da marca ou a redes de revenda. Reciclados, eles se transformam em produtos como bancos de praça ou mesmo em alguns modelos de smartphones.

NESPRESSO
           As cápsulas dos cafés são feitas de alumínio, material reciclável. Quem tem uma máquina em casa pode guardar as cápsulas usadas e, depois, devolvê-las em uma das butiques da marca. De lá, serão encaminhadas para a reciclagem.

HEWLETT PACKARD 
           A marca tem disponível nas lojas HP, Kalunga e Saraiva recipientes de descarte dos cartuchos usados. Depois de recolhidas, as peças são recicladas e transformadas em matéria-prima para novos cartuchos ou mesmo para impressoras. 





quarta-feira, 10 de abril de 2013


Por que o Rio decidiu multar  

quem joga lixo no chão?


qua, 10/04/13 por andre trigueiro


         A partir do próximo mês de julho, aproximadamente 500 agentes públicos participarão de uma operação permanente – e inédita – nas ruas do Rio de Janeiro. Eles vão multar quem for flagrado jogando lixo no chão. E não importa o tamanho do resíduo.
         Para volumes pequenos, que tenham tamanho igual ou menor ao de uma lata de cerveja, a multa é de R$ 157. Para resíduos maiores que uma lata de cerveja e menores que um metro cúbico, o valor sobe para R$ 392. O que for descartado de forma inadequada com tamanho acima de um metro cúbico custará ao infrator R$ 980. Em caso de entulho, o valor sobre para R$ 3 mil.
     Depois de quase dois meses de consultas ao Departamento Jurídico da Comlurb (Companhia Municipal de Limpeza Urbana) e à Procuradoria do Município, a Prefeitura chegou à conclusão de que a melhor maneira dessa nova regra “pegar”, ou seja, de a multa surtir o efeito desejado e constranger o cidadão a não jogar lixo no chão, era garantir que o valor estabelecido será pago e que o eventual não pagamento significará uma enorme dor de cabeça para o infrator.
        Vai funcionar assim: cada equipe de fiscais será composta por um guarda municipal, um policial militar e um agente de limpeza da Comlurb. Caberá ao guarda municipal levar consigo um computador de mão com acesso à internet, acoplado a uma impressora. Ao flagrar o lançamento irregular de lixo no chão, a equipe fará imediatamente a abordagem para obter o CPF do infrator. Basta o número do CPF para que a multa seja impressa na hora no local do flagrante. Se o cidadão se recusar a dar o CPF, será levado pelo policial militar até a delegacia mais próxima como já acontece com quem é flagrado fazendo xixi na rua.
      Quem for multado tem o direito de recorrer. Se ainda assim for considerado culpado e decidir não pagar a multa, terá o título protestado pela Prefeitura. Ou seja, ficará com o nome “sujo” na praça e poderá ter dificuldades para pedir empréstimos ou fazer compras a prazo.
        É possível que alguém considere exageradas estas medidas. Mas exagerado é o volume de lixo abandonado no lugar errado no Rio. Apenas no ano passado, foram recolhidas das ruas, praias, encostas e outros lugares onde não deveria haver lixo nenhum mais de 1,2 milhão de toneladas de resíduos. O equivalente a três Maracanãs repletos de lixo.
       A eventual falta de lixeiras por perto não deveria servir de desculpa, pois que em várias cidades do mundo elas também não são fáceis de encontrar (no Japão há cidades em que elas são raríssimas) e nem por isso há sujeira nas ruas. Nessas cidades, o cidadão reconhece a parte que lhe cabe em relação ao lixo que gera, e não se importa de transportar consigo o resíduo até que seja possível descartá-lo de forma segura.
     Apenas para dar um exemplo da situação limite a que o Rio chegou: na Avenida Rio Branco, uma das mais movimentadas da cidade, existem 100 cestas coletoras de cor abóbora, daquelas que chamam a atenção de longe. Ainda assim, são abandonados no chão 580 quilos de lixo por dia. Uma equipe de 16 garis é obrigada a varrer as calçadas da Rio Branco quatro vezes por dia.
      O mesmo acontece em outras importantes vias públicas da cidade como a Avenida Nossa Senhora de Copacabana (4 toneladas/dia), Rua Coronel Agostinho, em Campo Grande (1,5 tonelada /dia), Avenida Presidente Vargas (780 kg/dia) e Estrada do Portela (435 kg/dia).
      O que passa despercebido pela maioria das pessoas que jogam sem cerimônia seus resíduos no chão é que esse simples gesto tem um impacto importante sobre o orçamento do município. Apenas no ano passado, foram gastos R$ 600 milhões com toda a logística que envolve a limpeza das calçadas e a retirada de lixo das praias. Se fosse possível reduzir em apenas 15% o volume de lixo despejado no lugar errado, o dinheiro economizado seria suficiente para construir , segundo cálculos da própria Comlurb, 1.184 casas populares, 30 Clínicas da Família ou 22 creches modernas como são os espaços de desenvolvimento infantil (EDIS).
       Sem a colaboração cidadã de parte expressiva dos moradores da cidade, a Comlurb vem demandando cada vez mais recursos públicos. O orçamento de R$ 1,2 bilhão já é o quinto maior do município. Um absurdo, considerando que o crescimento dos gastos ocorre em grande parte por displicência de quem suja a cidade.
       E vem sujando cada vez mais.
      O ano de 2013 já começou com um novo recorde em sujeira nas praias. 768 toneladas de lixo foram recolhidas das areias, um aumento de 19% em relação ao ano passado. Depois veio o carnaval, e no embalo dos blocos, mais um recorde de sujeira. 1120 toneladas de lixo, um crescimento de 12% em relação ao ano anterior. Para completar a situação, o Rio de Janeiro foi escolhido em fevereiro a nona cidade mais suja do mundo, numa lista de 40 dos mais importantes destinos turísticos do planeta. Vexame internacional.
      A aplicação de multas não resolve o problema, mas pode inibir bastante a recorrência deste lançamento indiscriminado de resíduos no lugar errado. Tal como aconteceu quando se decidiu aplicar multas mais salgadas nos motoristas que fossem flagrados sem o cinto de segurança, ou mais recentemente nos condutores embriagados, há um efeito didático poderoso quando o que está em jogo é o risco de prejuízo financeiro.
    Se o bolso continua sendo a parte mais sensível do ser humano, é por aí que se deve buscar a “consciência” do cidadão em favor de uma sociedade melhor e mais justa.


Se você quiser acompanhar a notícia na íntegra, é muito fácil, é só clicar nos seguintes links:
 


segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

55 ações para os jovens mudarem o mundo


O PODER DA JUVENTUDE


55 ações para os jovens mudarem o mundo


Documento “GEO 5 For Youth” reúne dezenas de atitudes para crianças e adolescentes transformarem o planeta em um lugar melhor – em uma década, um ano e, até, um segundo. O relatório foi apresentado durante a Conferência Internacional da Juventude Tunza, promovida, no Quênia, pelo Pnuma


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       Cerca de 250 jovens de mais de cem países comemoraram o Carnaval de maneira diferente da maioria das pessoas da sua idade. À convite das Nações Unidas (ONU), eles participaram da edição 2013 da Conferência Internacional da Juventude TUNZA, que aconteceu entre os dias 10 e 14 de fevereiro, na cidade de Nairóbi, no Quênia. 


      Com o tema Saúde e Meio Ambiente, o evento discutiu ações que podem - e devem - ser adotadas por crianças e adolescentes, tendo em vista o desenvolvimento sustentável do planeta, e lançou o documento TUNZA Acting for a Better World: GEO 5 for Youth, cujo nome faz referência ao relatório periódico do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) a respeito da situação global do meio ambiente, conhecido como GEO 5. 



        Dividido em três grandes seções - Nosso Mundo e os Desafios de Hoje, O Futuro que Queremos e Contagem Regressiva para a Mudança -, o relatório faz um resumo da atual situação do planeta, reúne os principais resultados da Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), que aconteceu em junho de 2012, e lista ações simples que podem ser implementadas pelos jovens dispostos a "sair da inércia" e contribuir, de verdade, para a transformação do mundo que vivemos. Confira, abaixo, algumas delas. 



COMO OS JOVENS PODEM MUDAR O MUNDO? 


Em um segundo: 
- Apagar as luzes quando sair de um lugar; 
- Tirar aparelhos da tomada, se não estiverem sendo usados; 
- Desligar o computador quando for dormir; 
- Utilizar papel reciclado; 
- Usar pilhas recarregáveis, em vez das descartáveis e 
- Não utilizar pesticidas, herbicidas e produtos químicos. 



Em um minuto: 

- Fechar a torneira enquanto escova os dentes e não deixar que os colegas de casa façam diferente; 
- Comprar produtos locais; 
- Consumir de forma responsável, pensando no que está comprando e em sua procedência; 
- Verificar o rótulo dos produtos; 
- Evitar artigos embalados; 
- Não comprar produtos feitos de madeira tropical; 
- Evitar o uso de sacolas plásticas e 
- Twittar suas ações para inspirar outras pessoas. 



Em 11 minutos: 

- Tomar banhos rápidos a uma temperatura mais baixa; 
- Conversar com as pessoas a respeito da importância de mudar de atitude; 
- Restaurar roupas antigas, em vez de comprar novas; 
- Instalar temporizadores nas lâmpadas e 
- Trocar as lâmpadas incandescentes por fluorescentes ou LED. 



Em uma hora: 

- Fazer um grafite de musgo (Leia também: Receita de grafite verde feito de musgo);  
- Usar transporte público; 
- Escrever suas experiências em um blog; 
- Fazer cartazes coloridos com dicas ambientais e espalhá-los em locais públicos; 
- Confeccionar presentes, em vez de comprá-los e 
- Ser um Guardião de Árvores Locais e proteger os exemplares do seu bairro. 



Em um dia: 

- Passar o dia em uma floresta, fazer caminhadas, acampar e entrar em contato com a natureza; 
- Celebrar o Dia da Terra, em 22/04, ou o Dia do Meio Ambiente, em 05/06; 
- Fundar uma organização em prol do meio ambiente; 
- Iniciar um mutirão semanal ou mensal de limpeza no bairro e 
- Escrever um artigo a respeito da importância da preservação do meio ambiente e enviá-lo aos jornais locais. 



Em uma semana: 

- Tentar viver sem plástico ou sem comprar nada durante uma semana - e envolver os amigos nesse desafio; 
- Ler um livro que ofereça informações sobre os atuais problemas ambientais; 
- Começar um projeto na sua escola ou universidade; 
- Captar recursos financeiros para uma boa causa e 
- Incentivar os governantes a apoiar causas ambientais e formas renováveis de energia. 



Em um mês: 

- Ser voluntário em um parque nacional; 
- Viajar usando transporte público e fazer workshops por onde passar; 
- Traduzir o documento GEO 5 for Youth para o seu idioma; 
- Fazer uma peça de teatro ecológica com os amigos; 
- Tricotar um suéter para alguém que conhece; 
- Transformar seu bairro em um exemplo para a região e 
- Recuperar uma área verde pública, como uma praça. 



Em um ano: 

- Começar uma ONG e mobilizar as pessoas para que participem dela; 
- Criar e gerir um negócio sustentável que priorize o meio ambiente; 
- Envolver-se em uma campanha; 
- Reduzir sua pegada de carbono ou a da sua comunidade; 
- Cultivar seus próprios vegetais; 
- Usar fontes de energia mais limpas e renováveis; 
- Economizar dinheiro ao instalar painéis solares em casa. 



Em uma década: 

- Mudar seu estilo de vida e transformar os valores das pessoas que o cercam; 
- Aumentar a capacidade, vontade e entendimento sobre o desenvolvimento sustentável; 
- Focar a sua carreira em algo que beneficie o planeta; 
- Manter-se fiel a suas crenças, dedicando-se à causa do desenvolvimento sustentável e 
- Fazer a sua marca na história, deixando o planeta em um estado melhor do que quando chegou nele. 



Leia o documento TUNZA Acting for a Better World: GEO 5 for Youth na íntegra, em inglês.




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