O X do século XXI - 10 minutos com Philip Wollen, ex vice-presidente do Citibank

A verdade que nenhum ambientalista pode deixar de mostrar:
Como a indústria da morte e crueldade dos animais está devastando o planeta, arruinando as espécies, adoecendo e matando de fome a humanidade em proporções gigantescas.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

4 de Outubro - Dia dos Animais

Em 1182, na Itália, nasceu um menino, herdeiro de fortuna. Mais tarde, já homem, abdicou de sua riqueza 
Porém, oito séculos depois, ele foi escolhido a personalidade do milênio. E no mundo inteiro, hoje, no dia 4 de outubro, é comemorado o seu dia. Francisco de Assis tinha a notável capacidade de atentar para os muitas vezes ignorados e captar as mensagens daqueles que ele chamava de irmãos. Irmãos de todas as espécies: a dos irmãos iguais e as dos irmãos diferentes. E os irmãos diferentes de Francisco, são igualmente homenageados com ele nesta data.

Francisco de Assis abriu uma trilha de amor que nós, os amantes, defensores dos animais - tantas vezes menosprezados - insistimos nela prosseguir. Isso é  empatia, a capacidade de se colocar no lugar do outro, de traduzir intimamente as sensações de quem nos é diverso, é um privilégio e um fardo. Poucos têm empatia e  em número menor ainda, os que aceitam assumi-la, porque é um longo e árduo caminho  a percorrer.

O ser humano convenientemente esquece a expressão de simpatia das outras espécies: o roçar do pêlo do gato em suas pernas, quando ele chorou pelo desemprego; o abanar da cauda do seu cão, quando os amigos de juventude já se foram; o empurrão amigo do golfinho quando se afogava. O animal “ irracionalmente”ama aquele que o subestima.

Já pensaram em nossas vidas sem a presença  dos animais?  Desde os tempos mais primórdios da evolução humana, os animais são subjulgados e usados em nossa alimentação , em nosso vestuário, no trabalho e até em nossa diversão. 
O que seria do trabalhador rural sem a ajuda ou em muitas vezes, a substituição de seu próprio trabalho pelo enorme esforço de um eqüino puxar arduamente carroças, lavrar os pastos? Ainda estamos presos a necessidades assim e outras diversas,  ora por costume que poucos questionam , ora por comodismo ou por ignorância, pois evolução em países onde a educação não é um bom negócio,  causa desemprego.


Como reverter esse caminho para que não precisemos mais conviver com estes seres na forma de patrão e empregado, escravo.
Só por esses motivos, nossa relação com os animais deveria ser ao menos , de gratidão e respeito.
Por outro lado , o afetivo, conseguem  imaginar a existência sem os animais e sua companhia? Companhia como a de um cão, gato, que são os mais comuns no meio doméstico são essenciais como referência de amizade e lealdade .


Eles estão  sempre ali, esperando pelo momento de sua chegada em casa, pelo momento de dormir ao seu lado, mesmo que seja do lado de fora para zelar o seu sono. 
O animal racional compõe as sinfonias e faz estrondar as bombas, inventa a vacina e envenena o ar; viaja pelo universo e enclausura os animais e seus semelhantes em campos de concentração. Promove Francisco de Assis a santo, mas não segue a luz que ele acendeu. Enquanto expande o agro-negócio, restringe o curso das águas, abafa os gemidos da sede, cala as vozes das florestas, assim arquitetando - passo a passo e sem compaixão - a destruição da sua morada ,dos animais, do meio ambiente, do planeta.Cada dia que passa temos que  perceber que a pele fina, o rude pêlo, a leve pluma, a áspera escama envolvem a mesma matéria humilde, sujeita à dor. Que a dor nos iguala, que dividimos a mesma casa com os que nela chegaram antes de nós. E que é por isso que não somos “donos” de nada,  somos todos, como bem soube Francisco de Assis, irmãos.

Cabe a nós, protetores, ambientalistas, simpatizantes, ou qualquer pessoa que se interesse pela vida em harmonia com os animais , daqui pra frente, vencer a indiferença, o utilitarismo, a soberba da nossa espécie.

Os resultados não virão de uma hora pra outra. O homem é um bicho político e a política é a arte do possível, da conveniência. Quem sabe se fossemos mais genuínos, mais  animais, não seríamos mais evoluídos?

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Declaração Universal dos Direitos dos Animais




1 - Todos os animais têm o mesmo direito à vida.
2 - Todos os animais têm direito ao respeito e à proteção do homem.
3 - Nenhum animal deve ser maltratado.
4 - Todos os animais selvagens têm o direito de viver livres no seu habitat.
5 - O animal que o homem escolher para companheiro não deve ser nunca ser abandonado.

6 - Nenhum animal deve ser usado em experiências que lhe causem dor.
7 - Todo ato que põe em risco a vida de um animal é um crime contra a vida.
8 - A poluição e a destruição do meio ambiente são considerados crimescontra os animais.
9 - Os diretos dos animais devem ser defendidos por lei.
10 - O homem deve ser educado desde a infância para observar, respeitar e compreender os animais.
Preâmbulo:

Considerando que todo o animal possui direitos;
Considerando que o desconhecimento e o desprezo desses direitos têm levado e continuam a levar o homem a cometer crimes contra os animais e contra a natureza;
Considerando que o reconhecimento pela espécie humana do direito à existência das outras espécies animais constitui o fundamento da coexistência das outras espécies no mundo;
Considerando que os genocídios são perpetrados pelo homem e há o perigo de continuar a perpetrar outros;
Considerando que o respeito dos homens pelos animais está ligado ao respeito dos homens pelo seu semelhante;
Considerando que a educação deve ensinar desde a infância a observar, a compreender, a respeitar e a amar os animais,
Proclama-se o seguinte





Imagens: Ecokids
*Infelizmente o Brasil não é signatário desta Declaração

terça-feira, 28 de setembro de 2010

S.O.S Planeta Terra

Por Márcia Rangel






É muito louvável atitudes e manifestações como a Hora do Planeta, mas temos que estar alerta para que nossas ações não fiquem apenas nisso.
Há entre os ambientalistas uma preocupção em relação as marcas que apoiam datas como: "O dia da terra" (22/04), inicialmente criadas para protestar as condutas poluidoras de megas corporações. O curioso é que hoje essas mesmas corporações são as que patrocinam esses eventos.

Os ambientalistas temem que essas comemorações dêem uma falsa impressão de progresso nas atitudes a favor da preservação do planeta, mascarando a necessidade urgente de ações concretas.

É preciso mudar radicalmente os hábitos de consumo, como por exemplo deixar o carro na garagem, pelo menos uma vez na semana; ir à pé ou de bicicleta (nossa velha e querida magrela)para o trabalho.

Há pessoas que possuem automóveis que consomem muito combustível, mas acham que estão fazendo a sua parte porque estão utilizando sacolas recicláveis no supermercado.

Se não mudarmos o estilo de vida, o padrão de consumo e nossa visão de mundo, essas datas servirão apenas como 'marketing verde'.

Vamos pedalar!!!!

Pedalar é ...

Contato com o ar puro,

Raios solares,

Fortalece os músculos,

Estimula o cérebro

Relaxa a mente.

Nosso corpo precisa de movimento e o planeta necessita de nós.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

A Carta da Terra para crianças

Clique na imagem para ver a Carta da Terra para Crianças

A Carta da Terra para Crianças tem como finalidade a divulgação dos princípios da Carta da Terra para público infantil. Isso foi possível graças a adaptação do texto original para uma linguagem acessível, possibilitando, assim, uma fácil assimilação dos seus princípios fundamentais.
Com texto de Sílvia Gonçalves, ilustrações de Leandro Bierhals e a organização de Valéria Viana, foram impressos no ano de 2002, graças ao apoio do Governo do Estado do Rio Grande do Sul - Governo da Administração Popular e UNICEF, uma tiragem de aproximadamente 15 mil exemplares, distribuídos, parte na Rede Estadual de Ensino, parte para as crianças que participaram do II FórumZINHO Social Mundial.
Na continuação desse projeto, está prevista a tradução da Carta para outros idiomas, como o espanhol, o catalão e inglês. Além da Carta da Terra para Jovens e um projeto de escrita de uma Carta da Terra pelos protagonistas do Projeto Vivemos juntos, isto é, as crianças e jovens beneficiados pelo projeto.
Clique aqui para ver a Carta da Terra para Crianças.
Faça o download da Carta da Terra para Crianças clicando sobre o ícone: PDF
 

1º ENCONTRO DE CONTADORES DE HISTÓRIAS










Era uma vez um mundo que não andava muito bem, estava poluído, cheio de miséria, fome violência e guerras.

Tentando ajudar o mundo reuniram-se algumas pessoas no Brasil, na cidade de Porto Alegre no estado do Rio Grande do Sul em janeiro de 2001. Eles acreditavam na idéia de que “Um outro mundo é possível”.

Convidaram outros homens e mulheres de todas as raças, de todas as línguas, de todas as classes, de todas as crenças que acreditassem nessa idéia. E realizaram o I Fórum Social Mundial e viram que juntos tinham mais forças para propor ações para as mudanças necessárias. Todos pensaram em deixar como legado um mundo melhor às crianças, mas essas não foram chamadas à participar. Elas vieram assim mesmo, vieram acompanhando seus pais, tios, irmãos e avós e queriam participar também.

Então, percebendo isso, outros homens e mulheres resolveram criar um espaço para que as crianças pudessem dizer – na sua linguagem que é a da brincadeira, do sonho e da esperança - que outro Mundo elas querem e o que vão fazer para mudá-lo e o I FórumZINHO Social Mundial aconteceu.

Reuniram-se 3300 pessoas grandes e pequenas para aprender e ensinar, cantar, pintar, desenhar, esculpir, representar, contar, sonhar, brincar, conhecer, descobrir, ouvir e fazer a história de Um Outro Mundo Possível.

O FórumZINHO contou com muitos espaços onde as crianças-partipantes puderam circular e conhecer e participar de diferentes atividades. Tivemos o espaço Criança fazendo arte, o Cyber espaço, as diferentes oficinas, a área de palco, um Circo Ambiental, Feira do livro e do brinquedo artesanal, artistas, palhaços, duendes, e uma biblioteca, montada pelo Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas do Rio Grande do Sul, um espaço de leitura e contação de histórias onde passaram crianças e adultos, contadores e escritores de diversos países. Como contar e ouvir histórias deste e de outros mundos sempre é muito bom vieram outros contadores de histórias desenvolver oficinas com as crianças. Uma vez que todos estavam ocupados ao mesmo tempo com as crianças não houve momentos para uma troca de experiências entre os oficineiros. Por isso, para o II FórumZINHO Social Mundial, o Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas propôs a realização de um Encontro de Contadores de Histórias.

JUSTIFICATIVA

Numa sociedade onde pais e mães trabalham fora, onde jovens passam horas na Internet, onde os programas dos avós com os netos são cinema, lanchonete ou um filme da locadora para assistir em casa comendo pipocas, onde as famílias não se reúnem para jantar, pois é hora da novela, ainda há lugar para contar histórias? Sim. Basta reunir um grupo de crianças, jovens ou adultos num local agradável em torno de um contador de histórias para que se crie um clima de fogueira ou de galpão como faziam nossos antepassados e ainda se sinta um aconchego de colo de avó ou embalo de mãe.

Adultos e crianças sentem-se mais atraídos por um texto, e ao que ele transmite, quando ouvem do que quando lêem. Mas para isto é preciso que seja apresentado de uma forma envolvente, que prenda o ouvinte ao texto. Esse encantamento estabelecido pelo Contador de Histórias no ”Era uma vez...” , cria o clima da história para que cada um possa construir o seu cenário, visualizar o seu próprio Lobo mau, vestir a princesa, construir o seu próprio castelo e assim descobrir as dificuldades e conflitos do mundo e a busca de soluções através dos problemas que vão sendo enfrentados, solucionados ou não, pelos personagens das histórias.

O II FórumZINHO tem como eixo-condutor de suas propostas a Carta da Terra, que diz:

“ Nós, os seres humanos, devemos conservar e melhorar o mundo em que vivemos; por este motivo devemos viver de uma maneira nova, utilizando as coisas boas que temos. Devemos falar com todos para aproveitar as culturas e as idéias que existem. As pessoas de outros países, línguas, costumes e religiões também nos ajudam; assim, podemos conhecer novas maneiras de viver e de tratar as pessoas. Ponhamos atenção e esforço para superar as situações difíceis. Se nos unirmos, poderemos melhorar muito o mundo, porque cada pessoa é útil e pode ajudar.”

Baseado na citação da Carta, justifica-se um espaço no ForumZINHO onde se possa trocar experiências e manter a tradição da oralidade vinda de nossos antepassados e,acima de tudo, contar a história de um novo mundo possível para as crianças presentes no ForumZINHO.

Objetivo: Proporcionar um espaço de troca de experiências e formação de contadores de Histórias.

Realização:



Parceria:


Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas do Rio Grande do Sul


Apoio:

AGE- associação Gaúcha de Escritores

sábado, 25 de setembro de 2010

O Alfabeto Braille

O Sistema Braille é um código universal de leitura tátil e de escrita, usado por pessoas cegas, inventado na França por Louis Braille, um jovem cego. Reconhece-se o ano de 1825 como o marco dessa importante conquista para a educação e a integração dos deficientes visuais na sociedade.

Antes desse histórico invento, registraram-se inúmeras tentativas, em diferentes países, no sentido de encontrar-se um meio que proporcionasse às pessoas cegas condições de ler e escrever. Dentre essas tentativas, destaca-se o processo de representação dos caracteres comuns com linhas em alto-relevo, adaptado pelo francês Valentin Hauy, fundador da primeira escola para cegos no mundo, em 1784, na cidade de Paris, denominada Instituto Real dos Jovens Cegos.
Foi nessa escola, onde os estudantes cegos tinham acesso apenas à leitura, pelo processo de Valentin Hauy, que estudou Louis Braille. Até então, não havia recurso que permitisse à pessoa cega comunicar-se pela escrita individual.

Louis Braille, ainda jovem estudante, tomou conhecimento de uma invenção denominada sonografia, ou código militar, desenvolvida por Charles Barbier, oficial do exército francês. O invento tinha como objetivo possibilitar a comunicação noturna entre oficiais nas campanhas de guerra.

Baseava-se em doze sinais, compreendendo linhas e pontos salientes, representando sílabas na língua francesa. O invento de Barbier não logrou êxito no que se propunha, inicialmente. O bem-intencionado oficial levou seu invento para ser experimentado entre as pessoas cegas do Instituto Real dos Jovens Cegos.

A significação tátil dos pontos em relevo do invento de Barbier foi a base para a criação do Sistema Braille, aplicável tanto na leitura como na escrita por pessoas cegas e cuja estrutura diverge fundamentalmente do processo que inspirou seu inventor. O Sistema Braille, utilizando seis pontos em relevo dispostos em duas colunas, possibilita a formação de 63 símbolos diferentes, usados em textos literários nos diversos idiomas, como também nas simbologias matemática e científica em geral, na música e, recentemente, na Informática.

A partir da invenção do Sistema Braille, em 1825, seu autor desenvolveu estudos que resultaram, em 1837, na proposta que definiu a estrutura básica do sistema, ainda hoje utilizada mundialmente. Comprovadamente, o Sistema Braille teve plena aceitação por parte das pessoas cegas, tendo-se registrado, no entanto, algumas tentativas para a adoção de outras formas de leitura e escrita e ainda outras, sem resultado prático, para aperfeiçoamento da invenção de Louis Braille.
Apesar de algumas resistências mais ou menos prolongadas em outros países da Europa e nos Estados Unidos, o Sistema Braille, por sua eficiência e vasta aplicabilidade, impôs-se definitivamente como o melhor meio de leitura e de escrita para as pessoas cegas.

O Sistema Braille consta do arranjo de seis pontos em relevo, dispostos em duas colunas de três pontos, configurando um retângulo de seis milímetros de altura por aproximadamente três milímetros de largura. Os seis pontos formam o que se convencionou chamar "cela Braille". Para facilitar sua identificação, os pontos são numerados da seguinte forma:
do alto para baixo, coluna da esquerda: pontos 123;
do alto para baixo, coluna da direita: pontos 456.
Conforme forem combinados os pontos entre si, formar-se-ão as letras; por exemplo, o ponto 1, sozinho, representa o "a".


É fácil saber qual dos pontos está determinado, pois são colocados sempre na mesma disposição.
As diferentes disposições desses seis pontos permitem a formação de 63 combinações, ou símbolos Braille. As dez primeiras letras do alfabeto são formadas pelas diversas combinações possíveis dos quatro pontos superiores (1245); as dez letras seguintes são as combinações das dez primeiras letras, acrescidas do ponto 3, e formam a segunda linha de sinais. A terceira linha é formada pelo acréscimo dos pontos 3 e 6 às combinações da primeira linha.

Os símbolos da primeira linha são as dez primeiras letras do alfabeto romano (a-j). Esses mesmos sinais, na mesma ordem, assumem características de valores numéricos 1-0, quando precedidas do sinal do número, formado pelos pontos 3456.

No alfabeto romano, vinte e seis sinais são utilizados para o alfabeto, dez para os sinais de pontuação de uso internacional, correspondendo aos 10 sinais da primeira linha, localizados na parte inferior da cela Braille: pontos 2356. Os vinte e seis sinais restantes são destinados às necessidades específicas de cada língua (letras acentuadas, por exemplo) e para abreviaturas.

Doze anos após a invenção desse sistema, Louis Braille acrescentou a letra "w" ao décimo sinal da quarta linha para atender às necessidades da língua inglesa.
Os chamados "Símbolos Universais do Sistema Braille" representam não só as letras do alfabeto, mas também os sinais de pontuação, números, notações musicais e científicas, enfim, tudo o que se utiliza na grafia comum, sendo, ainda, de extraordinária universalidade; ele pode exprimir as diferentes línguas e escritas da Europa, Ásia e África.

Em 1878, um congresso internacional realizado em Paris, com a participação de onze países europeus e dos Estados Unidos, estabeleceu que o Sistema Braille deveria ser adotado de forma padronizada, para uso na literatura, exatamente de acordo com a proposta de estrutura do sistema, apresentada por Louis Braille em 1837, já referida anteriormente.

O Sistema Braille aplicado à Matemática também foi proposto por seu inventor, em 1837. Nesta época foram apresentados os símbolos fundamentais para algarismos, bem como as convenções para a Aritmética e para a Geometria.

De lá para cá, novos símbolos foram criados, determinados pela evolução técnica e científica, e outros foram modificados, provocando estudos e tentativas de se estabelecer um código unificado, de caráter mundial, o que foi inviabilizado pela acentuada divergência entre os códigos.

Fonte: http://www.senai.br/braille/
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AOMA - CNPJ 03.788.097/001-37 - 2010